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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

20 lições de negócios que é melhor não aprender à força

Economizar e testar os produtos exaustivamente são algumas delas

A Forbes perguntou em sua página do Facebook qual era a lição que os fãs da página tinham aprendido do jeito mais difícil. O que começou apenas com uma pergunta parar gerar interação tornou-se uma fonte de conhecimento quando empreendedores começaram a compartilhar suas experiências.

É claro que cada pessoa terá dificuldades diferentes, mas aqui estão 20 conselhos que podem salvar você de algumas dores de cabeça:
1. Você não pode fazer tudo sozinho - Criar um time é essencial, pois cada pessoa só pode dedicar um número X de horas aos negócios. Se você insistir em fazer muito sozinho, quando seu negócio crescer e seu tempo se tornar mais escasso você sofrerá. Construa uma equipe que pode levar a empresa para frente quando você não está.
2. Você pode achar que seu produto é perfeito, mas o cliente não - Por isso, escute e valorize o feedback! Lance seu produto com adiantamento, pois você só saberá da sua real qualidade quando ele estiver no mercado.
3. Concentre-se em uma área e faça isso muito bem - Tentar fazer tudo dificilmente leva ao crescimento. Especialize-se e qualifique-se, para poder cobrar melhor pelo que você fornece.
4. Receba o pagamento antes de entregar o projeto a um cliente - Isso é especialmente importante se você trabalha com serviços. Quando você termina e entrega um projeto de website, por exemplo, não há muito o que negociar depois. Colocar marcas d’água ou apresentar o site em um domínio privado até receber o pagamento podem ser soluções.
5. Cobrar menos não funciona a longo prazo - Você pensa “não preciso cobrar R$150 por este produto, posso cobrar R$ 70 e ganhar muito mais do que eu ganhava quando era empregado”. Mas a realidade é que quando você calcular todas as despesas verá que o primeiro valor era mais realista. Focar na qualidade e não no preço é o que vai fazer a diferença; o cliente que está interessado em preço, somente, trocará você assim que surgir um produto mais barato, mas o que está procurando excelência permanecerá fiel.
6. Paciência e flexibilidade ajudarão você a superar os tempos difíceis - Começar devagar, construir uma clientela leal e persistir vão ajudar você a montar uma empresa de sucesso sem criar dívidas.
7. Trabalhe para o seu real público-alvo - Pesquisar sobre a demanda é fundamental para não se desapontar. Não adianta pensar que “tal setor pode precisar de X produto” sem conhecer essa área de atuação. Conheça e construa aquilo que o mercado quer e precisa!
8. Nunca entre em parceria sem um acordo de compra/venda - Por mais que você conheça alguém, não há como saber quando essa pessoa vai querer se aposentar ou fazer outra coisa. É importante saber que existe a possibilidade de comprar a empresa e se desvencilhar do sócio quando for o momento.
9. Seja agradecido - Valorize seus clientes mais leais, que mostram a demanda para o que você faz, pois não há preço que pague fiéis “advogados” da sua marca.
10. Cuide daqueles que cuidam de você - Se um cliente fala bem do seu serviço/produto, recompense-o de alguma forma. Uma camiseta, um brinde ou alguma correspondência especial são ideias que podem solidificar uma relação boa com o cliente.
11. Não conte com dinheiro que não está na sua conta - Não há problema em ficar animado com reuniões de negócios ou propostas do tipo; é prejudicial, porém, fazer planos em cima de propostas que ainda não foram concluídas e pagas. Não se deixe levar!
12. Você ganha mais estando errado do que tentando se provar certo - Não adianta brigar com um cliente que não entende seu produto ou serviço; é melhor lhe reembolsar e seguir em frente. Lutar por um cliente que não é o ideal para a sua marca é um gasto de tempo e energia.
13. As pessoas não deixam empresas, deixam gerências - Essa lição serve para clientes e funcionários; um gerente perde pessoal se eles pensam que não estão sendo ouvidos ou valorizados. Clientes deixam de usar o produto se não estiverem satisfeitos com ele. A qualidade do serviço e produto refletem sempre a gerência.
14. A forma como você apresenta sua empresa deve refletir o cliente - Se você tem uma clientela séria, seja sério; se eles são mais despojados, tenha senso de humor. Você tem que encontrar seu nicho e adequar seu conteúdo e serviços a ele.
15. Combine custos extras adiantadamente - Se você estabelece no contrato que o cliente deve pagar um valor X e que, em caso de maior demanda de serviço ou produto, o valor Y deve ser acrescentado, fica mais fácil negociar. Melhor não deixar nada no escuro!
16. Se sua empresa tem vários produtos/serviços tenha certeza de que você sabe exatamente como cada um funciona - Isso ajudará você a olhá-los com mais clareza, inclusive quando mudanças forem necessárias.
17. Quando você achar que testou seu produto o suficiente, teste-o mais! Nunca lance produto ou serviço se este não for exaustivamente testado por pessoas que não trabalham pra você.
18. Entenda como funciona o networking nas redes sociais - Se você adota um canal, o Twitter, por exemplo, conheça sua linguagem; utilizar uma rede de forma equivocada poderá fazer mais mal do que bem, em longo prazo.
19. Economize - Tenha o suficiente guardado para a empresa andar por 2 ou 3 meses sem lucros. Mantenha uma linha de crédito disponível, mesmo que não planeje usá-la tão cedo. E 3 ou 4 vezes por ano peça para um contador certificado analisar suas contas.
20. Sempre deixe o presidente pagar as bebidas! Saúde!
Por: Administradores.com, com informações de Forbes


quinta-feira, 26 de setembro de 2013

6 tipos de clientes que, simpáticos ou não, você precisa atender bem.


Entenda a importância de conhecer seu público.

Há muito se fala sobre a qualidade do atendimento nos contact centers. Muitos dizem que a ligação demora mais tempo que o necessário e que nem sempre resolve o problema. Uma pesquisa recente feita pela ResearchNow concluiu que 58% dos consumidores se sentem incomodados com a espera e 48% acreditam que ligar para uma empresa é inútil.
Hoje, com tantos canais de relacionamento é difícil conhecer o seu cliente, mas isso é cada vez mais fundamental. Acredito que com essa informação nas mãos, é possível melhorar essa relação atendendo cada cliente da sua maneira. Há variados perfis de consumidores. Para auxiliar, listei abaixo alguns dos principais:
- O satisfeito: costuma estar contente com os serviços da empresa, mas também é exigente em suas escolhas e dificilmente irá se satisfaz com algo que não responda às suas necessidades. É um cliente importante para a empresa, já que costuma apontar os dados positivos referentes a ela, o que pode ser útil para a melhoria contínua do relacionamento com seus públicos e até a indica.
- O estressado: Quando liga, costuma já estar nervoso. Seja com algum problema que a empresa precisa solucionar, ou por qualquer outro motivo. Ele não está disposto a bater papo. Exige que seu problema seja solucionado o quanto antes e não costuma gostar de esperar para isso. Com ele, é preciso demonstrar vontade de ajudá-lo o quanto antes, para que ele se sinta compreendido.
- O conectado: é aquele que está sempre conectado na web e posta em tudo que é rede social. Esse é um dos tipos de clientes que mais preocupam as empresas.
- O bonzinho: Sabe aquele cliente que tem a maior paciência do mundo? Que não só está disposto a esperar por uma resolução, mas a também ouvir o que o atendente tem a oferecer, e às vezes, até pergunta informações de outros serviços. Ele conversa, conta dos produtos ou serviços que consome e demonstra contentamento com tudo.
- O crítico: Liga para enfatizar sua insatisfação através de críticas aos serviços, à empresa e à loja em que comprou. Costumo dizer que o cliente crítico pode ser um “termômetro” para a empresa, que tem a possibilidade de usar suas opiniões para fomentar melhorias no atendimento aos consumidores.
- O confuso: O atendimento a esse cliente requer paciência, porque não entende facilmente o que é transmitido. Esse público costuma se manter fiel a determinado produto ou serviço, quando é bem atendido.
Dentre tantos perfis, acredito que para todos o importante é que a empresa demonstre vontade de resolver as questões. É isso que no fim das contas constrói a opinião final das pessoas sobre determinada empresa e seu atendimento.
É preciso construir um bom relacionamento com os clientes, analisando quais são suas principais necessidades, as mais recorrentes queixas e reclamações, e também, compreender os seus perfis. Uma organização que sabe lidar com as diferenças e singularidades dos seus públicos, com certeza agrega mais valor a sua marca e aos seus serviços.
Carlos Carlucci é country manager da Vocalcom Brasil – empresa especializada em soluções para contact center